sexta-feira, 18 de abril de 2008
18/04/2008 - Anelisa Lopes, de Itu (SP) /
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Durante a primeira apresentação da linha de produtos Chrysler após a sua separação da Mercedes-Benz, que aconteceu em outubro, a América Latina, em especial o Brasil, foi apontada como um dos mercados mais promissores para a empresa. As apostas agora se concentram também em outros mercados que fazem parte do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China). ‘O Brasil representou 57% do volume total de vendas da América Latina no ano passado. Para este ano, esperamos um crescimento de 16%’, apontou Philip Derderian, diretor geral da Chrysler no País. A região é peça-chave para a expansão internacional da companhia que, atualmente, engloba também as marcas Dodge e Jeep. Ao lado de outros 22 países, o Brasil também passará por esta transferência de capital da empresa, que não está mais sob o comando da DaimlerChrysler e pertence agora à norte-americana Chrysler LLC. Com ela, chegam também os novos pilares para estruturar as ações da companhia: foco no cliente e no pós-vendas, sempre com a preocupação de adequar a produção para o mercado importador. Outra missão é a de recuperar consumidores que adquiriram modelos Chrysler há mais de cinco anos, público que detém o maior número de clientes da montadora. Futuros lançamentos da Chrysler Além da linha 2008 (Dodge Ram, Jeep Grand Cherokee e PT Cruiser), na qual as novidades ficam por conta da van Town & Country, Jeep Cherokee Sport e Chrysler 300C com motor V6, que chega para combater os executivos Chevrolet Omega, Ford Fusion e Volkswagen Passat, a Chrysler já confirma dois lançamentos para este ano. No segundo semestre, a marca passará a importar do México o Dodge Journey, veículo que incorpora elementos de uma perua, utilitário-esportivo e minivan. O crossover tem capacidade para acomodar sete passageiros e deverá custar em torno de R$ 100 mil. Ainda neste ano, a Chrysler deverá trazer a versão quatro portas do Jeep Wrangler. Já comercializado nos Estados Unidos e Europa com a denominação Unlimited, o modelo tem motorização turbodiesel V6 de 204 cv de potência. Por sua vez, o PT Cruiser Cabriolet e o Jeep Commander saem de linha por aqui. Recém-separada, a Chrysler já tem novo parceiro. Deixou de lado um alemão para tentar vida nova com um japonês. Já no fim de 2009, a parceria da Chrysler com a Nissan deverá revelar um novo sedã para distribuição na América do Sul, incluindo o Brasil. Feito no México, o modelo será baseado no compacto Nissan Versa (vendido como Tiida aqui). Ainda de acordo com essa aliança, a Nissan fabricará um novo modelo, compacto e econômico. Este novo veículo da Chrysler será fabricado no Japão e vendido na América do Norte, Europa e outros mercados em 2010. Já a Chrysler fabricará uma picape de grande porte para a Nissan. Baseada no design da Nissan, ela será produzida na fábrica da Chrysler em Saltillo (México). As vendas deste produto devem começar em 2011.
fonte: http://icarros.uol.com.br/icarros/noticias/noticia.jsp?id=4213
Seguro cobrado por quilômetro é sucesso na Europa
Uma forma diferenciada de seguro, destinada aos motoristas jovens, está sendo oferecida pela seguradora francesa Solly Azar Assurances. O valor pago é proporcional à quilometragem percorrida pelo usuário.
O sistema, já experimentado nos Estados Unidos e em outros países europeus, utiliza um equipamento eletrônico instalado no carro para monitorar as distâncias percorridas e horários de utilização.
Segundo a seguradora, o motorista paga um preço fixo por uma “licença” para percorrer até 1.000 quilômetros por mês e, caso se mantenha dentro desse limite, poderá economizar até 40% em sua primeira apólice de seguro – em geral a mais cara para motoristas inexperientes.
Os dados da utilização do automóvel são transmitidos por modem celular para a seguradora. O cálculo do valor pago mensalmente, caso a quilometragem livre seja excedida, depende não só da distância extra percorrida, mas do horário em que o carro é usada. Andar muito durante as noites e madrugadas, períodos em que o número de acidentes é maior, resulta em preços mais elevados.
O período mais agravado é entre a meia-noite e seis horas da manhã, que tem uma tarifa fixa de aproximadamente R$ 54,00 por noite. Fora do horário noturno, cada quilômetro suplementar acima dos 1000 km básicos custa aproximadamente R$ 0,80. Para evitar que o motorista exceda o limite sem perceber, o sistema avisa eletronicamente sempre que o percurso mensal passar dos 800 km. O usuário também pode verificar sua “consumação”, qualquer momento. O sistema de seguro tipo “pay as you drive” conquistou mais de 500 mil usuários na Itália desde o final do ano passado e 100 mil na Inglaterra. Cerca de um quarto desses motoristas consegue uma economia média de 30% em relação aos seguros tradicionais e o número de acidentes registrados pelos usuários é entre 5% e 8% menor do que a média de segurados com o mesmo perfil. JM
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quinta-feira, 17 de abril de 2008
Sandero Privilège encara Punto ELX Pensados para atrair o mesmo perfil de comprador, cada um aposta em atributos diferentes
Sandero Privilège encara Punto ELX Pensados para atrair o mesmo perfil de comprador, cada um aposta em atributos diferentes
Fiat Punto
Renault Sandero (endereço, com acesso às fichas técnicas dos carros e fotos:http://carroonline.terra.com.br//)
Enquanto o Fiat Punto brinda seu comprador com um desenho caprichado, digno de estampar a assinatura do designer Giugiaro em um pequeno adesivo colado na porta traseira, o Renault Sandero esbanja espaço interno sobre seu concorrente, qualidade mais comum em veículos superiores, como o Volkswagen Golf, por exemplo.
Por cerca de R$ 41 190, é possível adquirir a versão 1.6 8V do Sandero com o melhor acabamento disponível para a linha, chamada Privilège. Completo, o carro oferece até mesmo vidro elétrico nas janelas traseiras. Já por R$ 42 780, o Punto traz a versão ELX 1.4. Ela conta com ar-condicionado, direção hidráulica, travas e vidros elétricos de série.
Ficou em dúvida sobre qual escolher? Para ajudá-lo, o Carro Online reuniu as duas versões que disputam o mesmo perfil de comprador: jovem, já com algum dinheiro no bolso e que procura algo mais do que os hatches pequenos como Palio e Clio, por exemplo, podem oferecer. Confira abaixo qual é o vencedor deste duelo.
Ao entrar no Punto, tudo tem um clima envolvente. O longo painel leva ao motorista uma sensação de profundidade, o banco oferece excelente apoio para o corpo e o volante tem uma “pegada” precisa, sobretudo pelo recorte para acomodar o polegar. O problema é que grande parte do encanto passa ao darmos a partida no carro. O motor 1.4 flex com 86 cv de potência a 5 750 rpm, utilizando álcool, mostra-se insuficiente para o carro que equipa. Como o torque de 12,5 kgfm só é atingido a 3 500 rpm, é preciso acelerar o Punto com vontade para o carro ficar mais animado. Outro fato que colabora para piorar o desempenho do Fiat é o seu peso, de 1 115 kg. Logo, cada cavalo-vapor é responsável por deslocar 12,9 kg.
No Sandero, o motor 1.6 8V Hi-Torque se mostra bem acertado no hatch francês. Ele é capaz de desenvolver 95 cv de potência a 5 250 rpm e 14,1 kgfm de torque a 2 850 rpm, ambos com álcool. Por oferecer mais força em baixas rotações, o Sandero vai melhor no trânsito urbano que o Punto. Mais leve (1 055 kg), o hatch da Renault possui uma relação peso/potência de 11,1 kg/cv. Um detalhe interessante no propulsor utilizado pelo Sandero é o acerto da marcha lenta a 500 rpm – taxa geralmente encontrada em motores maiores –, que colabora para a diminuição de ruído na cabine com o veículo parado.
DirigibilidadeSe o Punto peca no desempenho, ele compensa no acerto da suspensão. O veículo é firme, sem a maciez excessiva encontrada no Siena, por exemplo, mas ao mesmo tempo se mantém confortável. O Sandero, por sua vez, é um pouco mais suave que o Logan, principalmente na parte traseira, porém, oscila a carroceria em curvas mais fechadas.
Um defeito comum aos dois veículos deste comparativo é o câmbio. Ambos têm relações muito longas e, enquanto o do Punto parece enroscar em algumas trocas de marcha, o do Sandero não é nada suave, com uma alavanca que exige um pouco de força do motorista.
Comparado ao Punto, um equipamento que causa certo desconforto no Sandero é o seu espelho retrovisor externo, que parece pequeno demais para as proporções do veículo. No modelo italiano, a peça é maior e oferece um campo de visão superior ao condutor. Ambos dispõem de regulagem em altura para o banco do motorista, mas o Punto oferece, além disso, regulagens de altura e profundidade para o volante, não disponível no modelo da Renault. DesignÉ inegável que o Sandero apresenta uma melhora considerável em relação ao Logan quando o assunto é design. Com traços mais modernos, nem parece que o hatch é da mesma família que o sedã, a não ser pela lateral sem muitas inovações, assim como a solução de utilizar o mesmo retrovisor nos dois lados do veículo para baratear o modelo.
Mas o Punto é mais unânime quanto à aceitação do seu desenho que o concorrente. Se o Sandero está mais para o “ame-o ou deixe-o”, o Punto parece já ter conquistado uma legião de fãs. No interior, o painel “abraça” o motorista, e até mesmo as maçanetas internas são mais trabalhadas e oferecem mais refinamento ao habitáculo, inclusive com o desenho que acompanha a lateral do modelo.
MercadoSegundo dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), o Punto vendeu, no acumulado deste ano, mais que o dobro de unidades do Sandero. Nos meses de janeiro e fevereiro, a Fiat colocou nas ruas 6 680 unidades do hatch, enquanto a Renault comercializou 2 439 veículos, englobando todas as versões dos dois modelos.
Falando especificamente do Punto ELX 1.4 e do Sandero Privilège 1.6 8V Hi-Torque, o hatch da montadora italiana possui 4 676 carros emplacados no período em questão contra 379 unidades do francês.
Preço/equipamentosO Punto é R$ 1 590 mais caro que o Sandero, ou seja, por essa diferença, é possível equipá-lo com rádio e ainda ficar com uns trocados no bolso. Mas vale a pena frisar que o Punto entrega um interior mais caprichado que o seu concorrente, que sofre por herdar a “humildade franciscana”, segundo a qual o Logan foi concebido. Ambos já oferecem de série, como mencionado no início, um bom pacote de equipamentos, composto principalmente pelo quarteto ar-condicionado, direção hidráulica, travas e vidros elétricos.
Enquanto o Sandero oferece poucos, mas importantes opcionais como as bolsas infláveis para os passageiros da frente, o Punto disponibiliza o mesmo equipamento em conjunto com o ABS por R$ 2 989 em um pacote chamado HSD (High Safety Drive, ou alta segurança ao dirigir). Além dele, diversos itens de conforto podem ser incorporados, o que já se tornou uma peculiaridade da Fiat, como os sensores de chuva e crepuscular combinados com o retrovisor interno eletrocrômico (R$ 1 503) e o teto solar elétrico Skydome (R$ 5 438). Com todos os opcionais oferecidos pela Fiat, o Punto acrescenta R$ 17 864 ao preço básico e atinge os R$ 60 644.
Acabamento/espaço/ergonomiaO Sandero tem espaço para dar e vender. Há lugar para os passageiros na frente e pessoas com mais de 1,80 m não se sentirão incômodas no banco traseiro com a cabeça raspando no teto, algo muito comum até em modelos maiores. Apesar do revestimento de veludo nas portas e nos bancos oferecido na versão Privilège, a sensação ao entrarmos no Sandero é que falta um algo a mais no interior.
A ergonomia do hatch francês é muito prejudicada em nome das soluções para reduzir custos. Os acionadores dos vidros elétricos traseiros, por exemplo, estão posicionados no túnel central, localização muito ruim, principalmente quando há uma terceira pessoa no banco traseiro. Já no Punto, os controles ficam bem à mão, instalados na porta. Apesar de não ser uma referência em espaço interno, o Punto pelo menos entrega o algo a mais que falta à cabine do Sandero.
Manutenção/seguro/garantiaEm um levantamento realizado por todo o Brasil, cotamos o seguinte conjunto de peças para os dois modelos: farol dianteiro direito, jogo de pastilhas dianteiras e amortecedores, velas, pára-choque e pára-lama dianteiro, retrovisor externo manual e troca de óleo com mão-de-obra. O Punto foi o que cobrou menos pelo conjunto, que ficou em R$ 1 957, enquanto o Sandero pediu R$ 2 136 nos mesmos itens.
Em relação ao seguro, vantagem também para o Punto. Cotado na Porto Seguro, o valor ficou em R$ 3 358. Na mesma empresa, o seguro do Sandero é avaliado em R$ 3 575. A favor do modelo da Renault, está o melhor índice de reparabilidade levantado pelo Cesvi Brasil (Centro de Experimentação e Segurança Viária) com valor 13, enquanto o Punto obteve índice 15 – nesse caso, quanto menor o número, melhor a avaliação.
Um dos grandes apelos do Sandero é a sua garantia de três anos (limitada a 100 000 km), que, na verdade, é uma estratégia de marketing da Renault para acabar com o estigma de que os carros franceses têm manutenção mais cara que os demais. O Punto, por sua vez, oferece garantia de um ano sem limite de quilometragem.
ConclusãoCom um placar de 5 (dirigibilidade, design, mercado, acabamento, manutenção) x 2 (desempenho e preço) a favor do Punto, o modelo confirma neste comparativo as características que o transformaram em um sucesso de público. Dentre os predicados esperados para um veículo desta categoria, o hatch italiano entrega mais para o cliente por um preço justo quando comparado ao Sandero.
Texto César Tizo - Fotos de Rafael Munhoz
Chrysler e Nissan fecham mais um acordo
Colaboração entre as duas empresas visa a maior utilização da capacidade fabril. Em janeiro, a Nissan anunciou que fornecerá à Chrysler uma versão sedã do Tiida (já oferecido no Brasil) para ser distribuído na América do Sul em 2009. Agora, as duas montadoras confirmaram na última quarta-feira (16) mais um acordo de cooperação que “prevê benefícios para as empresas através da extensão do escopo e a utilização da capacidade global de fabricação de veículos”, segundo comunicado divulgado pela Nissan.Dessa forma, fica acertado que a montadora japonesa fabricará na planta de Oppama (Japão) um novo modelo compacto com design Chrysler para ser vendido na América do Norte, Europa e “outros mercados globais em 2010”. Já a Chrysler, por sua vez, desenvolverá uma picape de grande porte para a Nissan que será manufaturada na unidade que ela (Chrysler) possui em Saltillo, no México.De acordo com o presidente da Chrysler, Tom LaSorda, “as parcerias operacionais são decisivas para o sucesso da empresa e também reforça nossa habilidade para responder rapidamente e de forma criativa às novas oportunidades”. Com o plano Nissan Value-up, a fabricante espera, dentre outros objetivos, atingir vendas globais da ordem de 4,2 milhões de unidades em 2009. Por César Tizo
Fiat promete agitar o mercado internacional
Fiat promete agitar o mercado internacional
Novo modelo de baixo custo e a volta da Alfa Romeo aos EUA são os destaquesA Fiat quer aproveitar o bom momento que passa, em grande parte devido ao sucesso de vendas do Punto e do 500 na Europa, para ampliar sua presença em outros mercados globais além de oferecer novos produtos em sua linha. Devido à desvalorização do dólar perante o euro, a fabricante italiana pretende utilizar a capacidade ociosa de algumas fábricas norte-americanas.A BMW chegou a ser cogitada para montar os modelos que a Alfa Romeo oferecerá nos EUA, mas segundo informou o jornal alemão Handelsblatt, as negociações entre a Fiat e a Chrysler estão em estágio “avançado”. De acordo com o periódico, a Chrysler está “aberta para novas parcerias”, principalmente após os acordos fechados com a japonesa Nissan.Segundo o chefe de tecnologia da Fiat, Harald J. Wester, dois novos carros pequenos estão nos planos da montadora e o pequeno 500 será vendido nos EUA, ainda que sem uma previsão de quando chegará naquele mercado. Somente foi revelado que ele poderá ser produzido no próprio Estados Unidos ou em alguma fábrica da América do Sul. O primeiro desses modelos pequenos substituirá a linha Palio enquanto o segundo ficará posicionado, na Europa, entre o Panda e o Grande Punto (vendido no Brasil somente como Punto). Por César Tizo
fonte: http://carroonline.terra.com.br//
Executivo prevê que GM, Ford e Chrysler vão virar duas
Da Redação
Cláudio de Souza/jan.08
Enos EUAs três grandes montadoras norte-americanas, General Motors, Ford e Chrysler, ainda não chegaram ao ponto mais grave da crise que atinge a indústria automotiva dos Estados Unidos. Para sobreviver, terão de mudar seu modelo de negócios.As afirmações são de Timothy Leuliette, citado pelo "Automotive News" como o influente presidente da Leuliette Partners, firma fornecedora da indústria automotiva norte-americana. O executivo acredita que o preço dos combustíveis pode aumentar ainda mais, o que agravaria a situação das três montadoras de Detroit -- as quais demoram a encontrar soluções que atendam às demandas por economia de petróleo e preservação ambiental.Para Leuliette, que falou durante o congresso internacional da SAE (Society of Automotive Engineers), é provável que nos próximos 18 meses ocorra algum tipo de fusão entre as três empresas.Ele pode estar prevendo a junção da Chrysler -- que separou-se da Daimler e passa por uma reestruturação mais aguda -- a uma das outras duas montadoras. A empresa, hoje sob controle de um fundo de investimentos internacional, oficializou esta semana uma parceria com a Nissan, a qual resultará na venda do Tiida sedã sob sua marca (inclusive no Brasil) e no desenvolvimento de ao menos um novo produto. O executivo lembrou que outros setores da economia dos EUA mudaram ao longo do tempo, perdendo as características de monopólio ou oligopólio -- como as redes de televisão conhecidas como "três irmãs", ABC, CBS e NBC, que já detiveram 90% do mercado e hoje contam com apenas 34%."Atualmente, a capitalização no mercado da Hyundai é de US$ 17 bilhões, mais que a Ford (US$ 14,3 bilhões), General Motors (US$ 11,7 bilhões) e Chrysler (US$ 5 bilhões). Isso dá uma medida do valor de cada companhia", encerrou Leuliette. O congresso da SAE encerra-se nesta quinta (17) em Detroit, e este ano é organizado pela própria Chrysler.
fonte:http://carros.uol.com.br/ultnot/2008/04/17/ult634u2973.jhtm
Vendas de carros de luxo crescem 200% no Brasil
Vendas de carros de luxo crescem 200% no Brasil
Economia
As marcas importadas BMW, Ferrari, Kia Motors, Maserati, Porsche e Ssangyong aumentaram em 200,11% as suas vendas no atacado Brasil no primeiro trimestre deste ano sobre o mesmo período de 2007. Foram comercializadas 5.345 unidades.Grandes marcas mundiais de veículos, que não têm fábrica no Brasil, fecharam o primeiro trimestre deste ano com crescimento de 200,11% nas vendas sobre o mesmo período do ano passado. O número é da Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos (Abeiva) e se refere ao crescimento das entregas de carros importados ao atacado, as redes autorizadas de concessionárias.O crescimento ocorreu nas vendas de carros ao mercado brasileiro da marcas filiadas à entidade, que são BMW, Ferrari, Kia Motors, Maserati, Porsche e Ssangyong. Foram 5.345 unidades comercializadas. Nos primeiros três meses do ano passado as vendas ao atacado destas marcas ficaram apenas em 1.781 veículos. No mês de março também houve crescimento. As seis empresas tiveram vendas de 2.073 automóveis, no atacado. O volume representou crescimento de 14,53% em relação ao mês de fevereiro deste ano, quando foram comercializados 1.810 veículos. Se comparado ao desempenho de março de 2007, quando foram alcançadas 809 unidades, o aumento foi de 156%.Com esse desempenho, as marcas importadas afiliadas à Abeiva aumentaram sua participação no mercado total de automóveis e também no segmento de importados. No mercado brasileiro como um todo, elas saíram de uma participação de mercado de 0,37% no ano passado para 0,82% neste ano. No mercado de importados do país, as seis marcas saíram de 4,80% para 6,82%."O desempenho do primeiro trimestre, alentador, nos mostra que teremos um bom ano", afirmou o presidente da Abeiva, Henning Dornbusch. "Por enquanto, temos condições de manter a previsão de vendas de 22 mil unidades em 2008", disse. O Salão do Automóvel, que vai ocorrer em São Paulo, no final do mês de outubro, deve ajudar a impulsionar as vendas e até, segundo ele, rever as projeções para cima.A Abeiva manterá, entre suas prioridades, o debate sobre a redução necessária da alíquota de importação de automóveis. "O fato de as montadoras (brasileiras) estarem vendendo mais do que produzindo, além de terem se manifestado quanto aos volumes de importação, em complemento à produção local, permite-nos reivindicar maior participação no mercado brasileiro", argumenta o presidente da Abeiva.Em 2008, a Abeiva deve receber novos associados, como a Pagani e a Effa Motors. A importação de veículos está sendo favorecida, no Brasil, pelo câmbio, já que o real está valorizado diante do dólar, o que aumenta a competitividades dos produtos importados no mercado brasileiro. No varejo, as vendas de veículos importados cresceram 238,5% no primeiro trimestre deste ano sobre os mesmos meses de 2007 e os emplacamentos avançaram 226,9%.
Por ANBA
Anef: financiamento de veículos bate recorde em janeiro
Anef: financiamento de veículos bate recorde em janeiro
Da Agência Estado
A Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef) informou hoje que o saldo acumulado das carteiras de financiamento e arrendamento de veículos para pessoas físicas cresceu 44,2% em janeiro de 2008, em comparação com o primeiro mês de 2007, atingindo o valor de R$ 114,1 bilhões. Desse montante, R$ 83 bilhões foram para financiamentos por meio de crédito direto ao consumidor, com aumento de 28,8% em relação ao mesmo período do ano passado, e R$ 31,1 bilhões para linhas de leasing, com alta de 113%.
Em nota, o presidente da entidade, Luiz Montenegro, explica que o ano começou aquecido refletindo ainda os bons resultados de 2007. "O saldo total das carteiras já representa cerca de 35% do total de crédito para o setor concedido pelo Sistema Financeiro Nacional para pessoas físicas", destaca.
Segundo a entidade, as taxas de juros praticadas pelos bancos das montadoras no período apresentaram elevação, ficando em média em 21,27% ao ano, contra os 19,42% ao ano registrados em dezembro passado. A Anef destaca que, no mercado em geral, as taxas de juros ficaram em torno de 31,23% ao ano no primeiro mês de 2008. "As turbulências do mercado financeiro mundial levaram a uma pequena elevação nas taxas de juros, que devem voltar aos índices registrados no final de 2007", avalia.
O levantamento da Anef registra também que não houve mudança no prazo dos planos de financiamento em janeiro de 2008 em relação a dezembro. Conforme a associação, o plano máximo oferecido foi de 84 meses, sendo que a média optada pelos consumidores continua em 42 meses. Na comparação com janeiro de 2007, os planos apresentaram elevação, já que no início do ano passado o maior prazo era de 72 meses e a média era de 39 meses.
A inadimplência acima de 90 dias apresentou pequena elevação se comparada a dezembro de 2007, passando de 3,01% para 3,09% da carteira. Em relação ao primeiro mês do ano passado, quando o índice foi de 3,24%, a inadimplência registrou queda.
fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL340355-9356,00.html
